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lenonfernandes
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Título: First Night Enviado: Ter Jan 27, 2009 12:38 pm |
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| Aspirante a fiqueiro |
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Registrado em: Seg Dez 15, 2008 5:09 pm Mensagens: 867
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Título: First Night Autor: Lenon Fernandes Shipper: Incerto Gênero: Investigação, Drama, Humor Censura: PG-13 Terminada: [X] sim Capítulos: 16 Observações: Quem acompanha minha fic do B&S sabe que eu escrevo mais ou menos como uma temporada em que cada capítulo é como um episódio. Essa eu não vou fazer tão diferente, cada capítulo seria como um episódio, ou seja, com um crime diferente. Ai começa a complicação. Para manter o mistério e me dar tempo de escrever (é bem mais demorado do que fics de interação pessoal, com B&S) dividirei cada um em 5 partes e postarei aos poucos, mais ou menos um dia sim, outro não. Obrigado a todos que ficaram interessados e irão ler. É clichê, mas espero que se divirtam tanto quanto eu me divirto lendo... Quase esqueci, no nome do tópico vou colocar o nome do capítulo, até definir o nome de toda a fic... [150]Capítulo I - O Homen no Rio[/size]
Parte 1 Era uma noite quente em Washinton, perfeita para os planos de Jonh. Passou o dia tentando convencer Joanna a fazer isso, nadar pelados no rio. Finalmente conseguira o que vinha buscando a 3 meses. Nossa, como essa garota era dificil! Quando chegaram, ele logo tirou a roupa na frente ela, a convidando a entrar na água. - Jonh, fica de costas - dizia envergonhada. Fingindo uma paciência que não tinha, virou as costas e esperou o sinal de que poderia desvirar. Mas o que ouviu foi um grito ensurdecedor de medo e desespero. Correndo, ele se virou a foi até ela, que chorando apontava para a margem, onde um corpo em decomposição se encontrava.
Depois de algumas horas, o FBI já cercou o local enquanto a Dra. Temperence Brennan e o Agente Seeley Booth iam, lado a lado, em direção ao corpo. - Eu estava me preparando para uma reunião com meu editor amanhã - dizia Bones, mal-humorada. - Vai mançar outro livro, Bones? - perguntava Booth feliz, ele sempre se orgulhava da vida literária dela. - Estou tentando - disse, chegando perto do corpo. Ali, Cam examinava o corpo. - Boa noite, Dra. Brennan, Seeley - comprimentou ela - parece ser homem de 30 a 40 anos. Pela decomposição eu diria 2 semanas submerso. - OK, peça para levar tudo ao Jeffersonian. Hodgins pode achar traços de alguma coisa e... - ela chegou mais perto. - Marca de bala no crânio. - Drenar o rio? O pessoal da perícia vai adorar isso - dizia Booth, se divertindo. - Hodgins tambem. Nós sabemos como ele gosta dos cientistas do FBI. - Por que eles iriam gostar tanto de drenar um rio? Há tantos problemas decorrentes disso, esforço físico demasiado, lugar para depositar o líquido. - Bones, deixa para lá - disse Booth, sabendo quanto tempo ela ficaria naquilo. - Mas eu não entendo o porquê! - dizia, parecendo confusa. - Alguma indentificação? - perguntou Booth, ignorando a parceira. - Nada - disse Cam, depois de mexer nos bolsos - Pode ter sido um roubo que deu errado, ou a carteira simplismente caiu do seu bolso. O que eu não entendo é como demoraria 2 semanas para encontrá-lo. - O caminho para cá estava obstruído devido a obras na estrada. Difícil para quem quer se divertir como nosso amiguinho, mas para desovar um corpo, nem tanto. - Ahnn... - disse Brennan, mais alto que eles esperavam, com aquela cara de malícia que só ela consegui fazer. - Vocês estavam sendo irônicos.
No laboratório, Max está guiando mais uma turma pelo Jeffersonian, se divertindo com as crianças. Do alto, Brennan via aquilo e sorria. - Foi vom você deixá-lo trabalhar aqui, não foi? - disse Booth, com a cara de "Eu te avisei". - Eu assumo que é gratificante vê-lo sorrindo assim com crianças a sua volta, apesar de achar antiético um ex-presidiário ter contato com evidências em homícidios - disse ela, sem respirar. - E então, o que o seu "amiguinho" disse? - Nada de útil, como eu imaginei, ele nem imagina quem é nossa vítima ou como ela foi parar lá. E sabe o que eu vi? - perguntou ele, se aproximando e falando mais baixo - Angela teve uma discussão - disse, animado com a fofoca. - Como você sabe? - Eu vi que ela estava com a cara fechada o dia todo e quando Roxanne ligou ela não atendeu. - Tenho certeza que tem uma razão sensata e menos dramática para a situação. E quando você começou a se interessar tanto pela vida particular dela? - Quando ela começou a namorar outra mulher - disse, sorrindo, quando percebeu o olhar surpreso de Brennan - ah, Bones, é sexy.
Na plataforma forense, Hodgins está com os olhos no microscópio enquanto Wendell mostrava seus dados a Cam. - Ferimento indicando trauma na cabeça, além do furo de bala, que parece ser de calibe pequeno. Nenhuma fratura relevante no resto do corpo, além dessa aqui nos pés - disse ele, apontando com os dedos - deve ter doido, porque destroncou os ossos. - E apenas dos dedos - disse ela- se aproximando - Parece sinais de tortura, você concorda? - Encontrei algumas algas - disse Hodgins de seu lugar, depois de Weendell concordar com a cabeça, ele e Cam se aproximaram - consistente com o local que ele estava nas roupas que, apesar de meio deterioradas, não estavam tão mal. Espero achar algo que não tenha sido levado pela água. - Fica tranquilo - disse ela, com as mãos no ombro dele. - O rio está sendo drenado, trabalho você vai ter. - Obrigado - diusse ele, desanimado.
Na sala de Angela, ela trabalhava com a resconstrução do rosto enquanto Max e as crianças observavam o laboratório. Brennan e Booth chegaram e, depois de comprimentar Max, vão até ela. - Você discutiu com Roxanne? - pergunta Brennan, sendo direta. - Bem, sweet, é algo complicado - disse ela, mal-humorada. - Vc pode falar - começou Booth, mas ao perceber o olhar dela desistiu. - Consegui reconstruir e e chegar a esse rosto - dizia ela, mostrando um desenho em cima de sua mesa. - passei pelos bancos de dados de pessoas desaparecidas e nada - ela disse, enquanto a foto aparecia na tela dos computadores. - Olha - dizia uma das crianças, uma menina simpática de vestido, apontando para a tela - É o Sr. Sexton!
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Editado pela última vez por lenonfernandes em Seg Ago 31, 2009 11:10 am, em um total de 43 vezes.
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ladymarion
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Título: Re: O Homen no Rio - Parte 1 - 27/01/09 Enviado: Ter Jan 27, 2009 5:15 pm |
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Registrado em: Qua Jun 18, 2008 4:23 pm Mensagens: 2344
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adorei.............. amoooooo Bones, com certeza vou acompanhar a Fic, muito bom. Adoro esse clima de mistério................. com toques de humor
anciosa aguardando o proximo
beijinhos
gi
_________________ EM BREVE!!!!!!!!!!Conselheira pessoal de Mick em relação a Beth
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lenonfernandes
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Título: Re: O Homen no Rio - Parte 1 - 27/01/09 Enviado: Sáb Jan 31, 2009 10:55 pm |
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| Aspirante a fiqueiro |
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Registrado em: Seg Dez 15, 2008 5:09 pm Mensagens: 867
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Gi, muito obrigado pelo interesse, eu prometo que postarei o mais rápido possível. Eu já tenho duas partes prontas, mas não tenho tempo para digitar. Prefiro escrever a mão, me dá mais segurança... Por isso a demora. Mas não vou dar um prazo, porque já percebi que toda vez que faço isso, algo dá errado. É incrível...
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lenonfernandes
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Título: Re: First Night - O Homen no Rio - Parte 1 - 27/01/09 Enviado: Dom Fev 01, 2009 3:27 pm |
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| Aspirante a fiqueiro |
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Registrado em: Seg Dez 15, 2008 5:09 pm Mensagens: 867
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Parte 2 Cerca de 30 minutos depois, os pais da menina chegaram junto com um representante da escola. - É a foto do Sr. Sexton, professor do Don, não é, mamãe? - dizia a menina em um canto da sala. - Agente Seeley Booth - dizia ele, cumprimentado os pais da menina - E essa é a Dra. Brennan. Sr. Kron, nós gostaríamos de conversar com a sua filha, achamos que ela reconheceu a nossa vítima. - Tudo bem, eu também reconheci. - disse ele, sentindo-se mal toda vez que olhava para a foto. - Ele é professor do Don, meu filho, na Roosevelt High School. Ele veia a umas 4 semanas conversar comigo e com minha esposa sobre as notas de Don. Ano que vem é seu ultimo ano, ele precisa se preocupar com as notas se quer ir a uma boa faculdade. - Por isso sua filha o reconheceu? - Perguntou Brennan. - Acredito que sim. Eu nunca mais o vi, e Don comentou que ele não aparecia na escola a um tempo. - Mesmo assim nós devíamos... - começou Brenna mais foi interrompida. - O senhor pode ir. Não precisamos falar com a menina. - disse ele, olhando para Brennan de modo a fazê-la se calar. - Porque a foto dele está aqui? - era o que a menina perguntava enquanto ia embora.
No carro, os dois iam à casa do professor, procurar algo que interesse. Brennan ainda estaca com a cara amarrada. - O que foi, Bones? - perguntou Booth, desistindo de tentar suportar. - Por que não falamos com a menina? - Era desnecessário. O pai nos deu todas as informações que precisava. - Mas foi ela que o reconheceu. - Bones, eu não acho que seja bom para uma criança passar por isso. Se nos pudermos manter a inocência dela... - mas foi interrompido pelo telefone de Brennan. - Temperance Brennan. - disse ela. - É o Wendell, liguei para avisar que terminaram a drenagem no rio e acharam a carteira. Seu nome é Antony Sexton mesmo, 38 anos, combina com a estrutura óssea. Fiz uma pesquisa e não há nenhum registro de fratura ou modificação de ossos em seu nome, o que também consiste com os dados que temos. - dizia ele no alto-falante, com Cam e Hodgins ao seu lado. - Havia de tudo naquela água - dizia Hodgins revoltado, - traços de cimento, pedras e madeira consistente com as obras do local. Lixo ensacado que rasgou e contaminou tudo, nada de relevante. Já com as roupas, além das algas, achei traços de... - Clorofila e açúcar - interrompeu Cam. - Ela não precisa saber todos os componentes - disse, depois de Hodgins a olhar atravessado. - Os ferimentos no pé foram feitas pós-morte. Angela está tentando encontrar um padrão entre elas... - ela pensou um pouco um tempo e depois falou. - Chamei Sweets para falar com ela. - Porque? - perguntaram Hodgins, Booth e Brennan juntos. - Eu nunca vi Angela assim, estou preocupada. Eu levei os dados dos pés para ela e tenho certeza que ela me xingou depois. - Ela não te xingaria - disse Brennan, ofendida. - Dra. Brenna, apesar do respeito que tenho a sua amizade com ela, eu estava lá e tenho certeza de ter ouvido as palavras "Cadela viciada em trabalho" - Disse Wendell chocando todos que estavam a sua volta. - Sério, eu entendo que ela deve estar com problemas que eu não conheço, mas a próxima vez que ela me chamar de cadela... - E viciada em trabalho - disse Hodgins sem pensar. - O que você... - começou Cam e Booth, percebendo, desligou o telefone. - OK, não tem graça mais, aconteceu alguma coisa com Angela. - Nós chegamos - disse Bones, feliz por poder mudar de assunto. - Ele é casado? - Segundo os documentos, divorciado e sem filhos. - Eles olharam para o prédio a frente, com uma entrada trabalhada. - Parece meio cara para um professor, você não acha? - Ele pode ter encontrado alguém na rua que o deu o apartamento - Logo que terminou de falar olhou a expressão confusa de Booth. - Por isso eu gosto de evidências, quando eu imagino alguma coisa, vocês sempre morrem de rir. - Também, né Bones. - disse ele, rindo, entrando no elevador.
Quando entraram no apartamento, não viram nada fora do comum. Ele parecia organizado, mas não se alimentava bem. - Temos que procurar algo com clorofila e açúcar. Provavelmente na geladeira - ela abriu e não encontrou nada por lá. _ Aqui também não - disse, depois de checar os armários. indo para o escritório, ambos ficaram surpresos com a quantidade de livros na estante. - Ele é professor de que mesmo? - perguntou Booth, mexendo na escrivaninha. - História - dizia ela, ainda fascinada com os livros. - Ei, Bones, acho que tenho algo aqui - dizia ele, com um papel na mão. No topo da página dizia "Alunos problemáticos" - Acho que temos uma lista de possíveis suspeitos.
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lenonfernandes
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Título: Re: First Night - O Homen no Rio - Parte 2 - 01/02/09 Enviado: Dom Fev 01, 2009 3:30 pm |
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| Aspirante a fiqueiro |
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Registrado em: Seg Dez 15, 2008 5:09 pm Mensagens: 867
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Parte 3 Quando Swetts chegou no laboratório, passou direto pela sala de Angela e foi para a plataforma forense. - Por que eu tenho que falar com a Angela? – perguntou, chateado e com medo. - Porque você é psicólogo. Tem que saber lidar com situações assim. – dizia Cam. - Pois é. Eu conheço Angela a anos, ela não vai te morder – disse Hodgins, mas logo perdeu a confiança. – Mas eu não pensei que diria aquilo para Cam. - OK, - mas quando começou a ir a sala dela, Hoxanne apareceu pela porta. – Eu é que não vou entrar lá – disse voltando rapidinho.
Na sala dela, Hoxanne bate na porta e quando Angela vê quem é, volta ao que estava fazendo - Eu ia te contar... - Provavelmente quando ele fizesse 21 anos e pudéssemos todos sair para beber juntos – disse, de mau-humor. Há 4 horas atrás ela estava bem. Em casa, se preparando para ir ao trabalho, ela, inocente, abriu a gaveta que havia dado a Hoxanne procurando uma blusa. Dentro achou um papel com nome e telefone de um homem. Sua reação foi ligar para o número e descobrir quem era, e quando o fez, seu susto foi maior ainda. Uma mulher atendeu e quando ela pediu para falar com Gabriel ( o nome do papel) descobriu que era um menino de 2 anos. Quando chegou no trabalho, tudo o que pensava era em quem era esse menino. Ela nunca havia mencionado irmãos ou parentes próximos. E a mulher disse não ter idéia de quem era Hoxanne. Mas quando Cam e Wendell estiveram lá, a ficha caiu. Hoxanne sempre falou que não sabia lidar com crianças, que não era vida para ela, em como ela tinha sorte em ser gay e não correr esse risco... Ela teve um filho, deu a adoção e não a contou “Cadela viciada em trabalho”. Ela não abriria mão de trabalhar com um artista famoso por um bebê. Ela então ligou para Hoxanne e lhe deixou um belo recado. “Eu não acredito que você isso. Ter um bebê e não me contar. Eu pensei que tivéssemos algo importante, mas não parece ser assim. Eu não quero que esteja na minha casa quando eu voltar.” - Você não tem noção de como foi nessa época, eu estava encurralada,, sem saber o que fazer e sem saída. Eu não podia matá-lo, mas também não podia criá-lo. - O problema não foi o que você fez, foi você não ter contado. - Não é um assunto que eu goste de discutir no café da manhã. - Nem em hora nenhuma, ao que parece - Angela você não entende... - Não, você não entendi. Se você tivesse me contado o que aconteceu eu te apoiaria. Mas você escondeu de mim, esse é o problema. Eu nunca fui boa com relacionamentos, mas você sabe que eu entrei de cabeça nesse e você não confiou em mim. Esse é o problema. É por isso que.. não quero mais te ver. - Isso não é justo. _ Você não foi justa comigo também – terminou Angela, fazendo Hoxanne perceber que era hora dela ir embora. Triste, ela foi, percebendo o olhar de todos os que trabalhavam com Angela em suas costas. Quando virou para ir embora, viu Booth e Brennan entrando. - Angela precisa de você – foi o que ela disse. Brennan não pensou duas vezes quando deixou Booth para trás e foi para sala de Angela. Lá, ela mexia no computador e quando viu Brennan, a abraçou e chorou em seu ombro. Brennan a abraçou de volta e tentou fazer o possível para confortá-la, mas não era coisa sua. Não sabia como fazer, normalmente é o contrario. Então, apenas a abraçou bem forte e se manteve assim até ela parar de chorar.
No dia seguinte, Brennan chegou no laboratório junto com Angela, que parecia estar melhor. A amiga havia passado a noite na casa de Brennan para não precisar ver Hoxanne de novo. - Desculpa, gente – disse ela, quando entrou na plataforma forense – Eu estava chateada e descontei em vocês. E, Cam... a cadela viciada em trabalho não era você – disse, fazendo com que Cam respirasse aliviada. - Ainda bem, porque eu realmente não sabia o que fazer. - Dra Brennan, - Wendell chamou a tenção. – desculpa incomodar, mas acabei de ver algo interessante. As fraturas no pé do senhor Sexton – disse, fazendo todos os acompanharem – mantém um formato regular e reto, e pela forma, parecem perecem ter sido todos feitos ao mesmo tempo. - Acaba com a nossa teoria de tortura – disse Cam. - Sugere mais um material pesado imprensando os dedos – disse Brennan. - Eu posso calcular o peso e o formato do que esmagou o pé dele – disse Angela – mas vou precisar da sua ajuda – Wendell ficou branco na hora e todos perceberam – Não se preocupe, eu não vou ti morder. – Ele olhou com cara de desconfiado, mas foi. Enquanto eles desciam, Booth subiu. - Ela está melhor? – perguntou preocupado. - Sim, está – disse Brenna. - Ela disse que eu não sou a cadela viciada em trabalho – disse Cam, não vendo a cara de riso de Hodgins. - OK, - disse Booth, virando o olho. Ele viu a cara de Hodgins. – Vamos Bones – disse puxando ela pelo braço. – Temos um colegial para visitar.
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ladymarion
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Título: Re: First Night - O Homen no Rio - Parte 3 - 01/02/09 Enviado: Ter Fev 03, 2009 5:17 pm |
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Registrado em: Qua Jun 18, 2008 4:23 pm Mensagens: 2344
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Ahhhhhhhh, muito bom, parece que to assistindo a série, hehehehehhe. O clima esta perfeito, a investigação, os detalhes, até os atritos profissional entre o Booth e a Bones.
Maravilhoso.
beijinhos
gi
_________________ EM BREVE!!!!!!!!!!Conselheira pessoal de Mick em relação a Beth
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lenonfernandes
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Título: Re: First Night - O Homen no Rio - Parte 3 - 01/02/09 Enviado: Seg Fev 09, 2009 10:19 pm |
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| Aspirante a fiqueiro |
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Registrado em: Seg Dez 15, 2008 5:09 pm Mensagens: 867
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Gi, obrigado pelos elogios, adoro suas fics porque tem bastante do policial também, por issoe stou ainda mais orgulhoso dos elogios... desculpe a demora, já estava pronto, mas não tive tempo de passar pra cá. Mas aí está as últimas partes, espero que goste das conclusões... E Nena, desculpa ter copiado o nome do colégio da sua fic, só percebi quandoe stava a lendo hoje...
Parte 4 Pelos corredores da Roosevelt High School, Booth e Brennan andaram lembrando sobre quando eram jovens o suficiente para estudar lá. Booth lembrava de como era mais fácil a vida. Apesar do pai bêbado e da responsabilidade com o irmão mais novo, sabia que quando chegasse na escola era só por a jaqueta do time que ele seria o rei. Por outro lado, Brennan lembrava de passar de casas e casas adotivas, fazendo com que as únicas coisas constantes em sua vida fossem os livros. Ela estava feliz daquele tempo ter passado, diferente de Booth. - Ei, Booth, é aqui – disse Bones, indicando a sala do diretor da escola e trazendo ambos de volta a realidade. Eles entraram e um homem de meia-idade, com feições simpáticas, os cumprimentou. - Bom dia, - disse ele, levantando para apertar a mão deles. – Eu sou o diretor Campbell. - Eu sou o agente Booth e essa é a Dra. Brennan. Nós viemos falar sobre o senhor Sexton. - Pobre homem – o diretor Campbell interrompeu, verdadeiramente triste. – Entrou na escola um tempo depois de mim, e sempre foi muito dedicado aos alunos. O indicaram para diretor muitas vezes, mas não abria mão de dar aulas. - Bem, senhor, nós achamos uma lista com os nomes de alguns alunos – disse Brennan, entregando ao homem um saco de evidencias com a lista dentro. – O senhor sabia algo sobe está lista? - Como eu disse, o senhor Sexton era muito preocupada ao o que acontecia com essas crianças. Todo ano que ele escolhia alguns alunos para encaminhar a faculdade. Alguns alunos aqui nem se imaginam graduando por terem muitos problemas em casa e outros apenas não dão a devida importância ao assunto e ele os ajudava nos que podia. - Pode ser que se meteu em um caso familiar mais problemático – disse Booth, pensando. - Pode ser. Há crianças aqui que passam por coisas que nem imaginamos e era Sexton que se metia nisso.
No carro, Booth e Brennan voltaram ao Jeffersonian. Ela iria se juntar a Angela e Wendell para descobrir os padrões de ferimentos do homem, enquanto Booth procurava sobre os alunos da lista. - Booth, nós dois tivemos uma infância difícil. Eu sei que você não gosta de comentar, mas a falta de estrutura familiar foi tóxico para mim até certo ponto, mas a estrutura da sua família baseada em um patriarca abusivo foi o mesmo para você. Eu me pergunto se você teve um senhor Sexton nessa época. - Não – respondeu Booth, depois de respirar fundo. – Sabe, as coisas na minha família não eram tão ruins assim. Foi só que meu pai demorava mais tempo que a maioria para superar as coisas. Mas no final das contas nós nos saímos bem, certo? – perguntou, incerto. - Acho que sim – respondeu ela, também em dúvida.
Quando chegaram, Booth foi direto a um computador enquanto Bones ia até a sala de Angela. Lá, ela e Wendell trabalhavam na representação 3D, enquanto Cam, Booth e Hodgins chegavam. - OK, apesar dos nossos esforços, não identificamos do que foram feitos os dois ferimentos. Apenas alguns padrões comuns como o que vamos mostrar – na plataforma 3D, o formato de um homem aparecia em pé, sozinho. - Pelas nossas estimativas, os ferimentos nos dedos foram feitos simultaneamente, descartando a hipótese de tortura – começou Wendell. - Achamos que um objeto bem pesado caiu sobre os pés dele, algo com um padrão semi-circular – dizia Angela. – Para fraturas como essas, o objeto tem que ter por volta de 200 ou 300 Kg – terminou, causando a todos uma impressão de dor, menos em Brennan. - Pelas .... esse padrão sugere algo pesado e essa estrutura ... comparece com a calda de um piano. - Definitivamente possui o peso suficiente – disse Angela, mexendo em seu computador. Quando um piano apareceu e caiu nos pés do homem, a palavra “combina” apareceu. - Então procuramos uma casa com um piano de calda, e o ferimento na cabeça? – perguntou Cam. - Padrão totalmente reto indicando a queda dele em uma superfície espessa e suficiente – aparece uma bancada baixa e o homem batendo a cabeça lá. – Pode ser qualquer coisa – disse Angela. Um bipe no computador e Angela abriu um e-mail enviado pelo FBI. - Eles não combinaram a bala, mas parece que os pais de 3 dos alunos da lista possuem licença para armas e nós conhecemos um deles. Na tela, a foto de três homens lado a lado e seus nomes em baixo. Um deles era chamado Mark Connelly, o pai da menininha que reconheceu Sexton.
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lenonfernandes
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Título: Re: First Night - O Homen no Rio - Parte 3 - 01/02/09 Enviado: Seg Fev 09, 2009 10:25 pm |
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| Aspirante a fiqueiro |
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Registrado em: Seg Dez 15, 2008 5:09 pm Mensagens: 867
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Final Enquanto Booth e Brennan iam a casa do senhor Connelly, no laboratório todos voltaram ao seu trabalho, menos Hodgins, que ficou para conversar com Angela. - E então, você resolveu as coisas com Hoxie? - perguntou ele, interessado. - Mais ou menos – disse ela, sorrindo – nós não estamos mais juntas. Mas resolvemos o que tínhamos para resolver. - Entendo – disse ele, despretensioso – Olha, apear de não estarmos juntos, você sabe que me preocupo com você. Se precisar de alguma coisa... - Pode deixar – disse ela, sorrindo mais ainda.
No carro, o telefone toca e Bones atende. - Alô – disse Bones, colocando no viva-voz. - Dra Brennan, é a Cam. Um novo e-mail o FBI chegou dizendo que o Sr. Connelly tem uma .38 em seu nome e eu ele é dono de uma lanchonete. - Razão da clorofila e do açúcar encontrados nas roupas da vítima – disse Hodgins. - É bom o suficiente para uma prisão preventiva – disse Brennan. - Mas qual é o motivo? - Sexton se envolveu demais com o garoto, quem sabe se o Sr. Connelly não tem tendências agressivas, os golpes nos pés e na cabeça foram bem forte – disse Cam. - Mas ambos acidentes. O cara não me parece capaz de fazer isso, eu nem imaginava eu ele possuía uma arma – disse Booth. - Nós não podemos ir contra as evidências, Booth, e tudo indica que ele é o culpado – disse Brennan quando chegaram na casa. Desligaram o telefone e bateram na porta, Booth pronto para pegar sua arma se necessário. Por isso ficou surpreso quando um jovem de cabelos lisos e caídos no rosto atendeu a porta. - Pois não – perguntou ele, com cara de poucos amigos. Mesmo do lado de fora, os dois puderam ver um piano meio quebrado e o que parecia uma mesa de centro retangular. - Agente Especial Seeley Booth – disse, mostrando as credenciais – E essa é a doutora Brennan. Estamos aqui para falar com Mark Connelly. - Meu nome é Don Connelly – disse, ainda na porta, - e meu pai não está. - Se importa se dermos uma olhada? - Na verdade, sim – interrompeu ele. - Bem, nós já temos um mandato – disse Booth, depois de checar seu celular, que bipou. – E ele chega em alguns minutos, então... – o garoto saiu da frente e deixou os dois entrarem com sua lanterna e luz negra, viu sangue na mesa de centro. - Ele bateu com a cabeça aqui, não foi Don – começou Booth – Ele só veio lhe dar conselhos, de repente de ajudar em alguma situação difícil e seu pai se alterou. Provavelmente foi só um acidente. - Quando o piano caiu, nós levamos um susto e ele gritava de dor. Eu fui tentar ajudar e ele não conseguia ficar em pé. O sofá estava na frente e ele apenas caiu. – dizia o garoto, chorando. Viu o pai entrando na casa, já com policiais na porta. - O que está acontecendo? – perguntou ele. - Se foi um acidente, porque atirar nele? – perguntou Brennan. - O que você está... – continuou o Sr. Connely. - Eu nunca tirei nele... – dizia em prantos – Diz a eles, pai, que eu nunca atirei nele. - Eu estava na loja quando Don me ligou. Ele estava sozinho e não sabia o eu fazer. Quando cheguei, havia sangue por todos os lados. Don não tem uma boa fama na escola e nunca conseguiria uma bolsa com algo assim em seu passado. Eu fiz o que qualquer pai faria, levei o corpo, mas quando cheguei no rio... Ele estava respirando. Não tinha mais volta e atirei nele. Foi isso, Don não tem culpa de nada. - Imagino o quanto vai se fácil para ele conseguir uma bolsa agora – disse Booth. – Mark Connelly, o senhor está preso pelo assassinato de Antony Sexton... – e continuou a autuação.
À noite, quando chegava em casa, Brennan lembrava da reunião com o editor que tinha marca para o dia e que perdera. Teria que remarcar e pedir desculpa a eles. Quando chegou, percebeu que a porta estava aberta. Preparada para quem quer que estivesse lá dentro (graças as artes marciais que aprendera), entrou em casa e não encontrou ninguém. Tudo parecia no lugar, a não ser a pilha de folhas onde havia empreso seu livro. No lugar, apenas algumas folhas estavam lá, e quando Brennan chegou, pode ler o título “Capitulo um – A primeira morte a gente nunca esquece”.
Continua...
É isso, ainda essa semana eu devo começar o novo capítulo/episódio. Mas como eu já disse antes, não vou marcar data, porque sempre dá errado...
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ladymarion
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Título: Re: First Night - O Homen no Rio - Final - 09/02/09 Enviado: Ter Fev 10, 2009 5:59 pm |
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Registrado em: Qua Jun 18, 2008 4:23 pm Mensagens: 2344
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Ai Lenon, adorei, hehehehehehehh Bem empolgante, vc é bem detalhista e isso ajuda a criar na mente como se assistissemos um capitulo mesmo, adorei o desfecho, muito bom, a equipe toda.............perfeito.
Parabens, e anciosa pelo próximo.
beijinhos
gi
_________________ EM BREVE!!!!!!!!!!Conselheira pessoal de Mick em relação a Beth
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lenonfernandes
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Título: Re: First Night - O Homen no Rio - Final - 09/02/09 Enviado: Qui Fev 12, 2009 12:31 pm |
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| Aspirante a fiqueiro |
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Registrado em: Seg Dez 15, 2008 5:09 pm Mensagens: 867
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Gi, obrigado por tudo aí vai o próximo...
Capítulo 2 – As Mortes dos Livros
Parte 1 Menos de uma hora depois, o FBI estava em todo o apartamento de Brennan, enquanto Booth tentava acalmar um nervosismo que ela não sentia. - Fica tranqüila, porque eu vou colocar dois agentes vigiando a sua casa até descobrir quem fez isso – disse ele, bem mais nervoso que ela, que lia as páginas deixadas pelo invasor enquanto esperava a perícia acabar. – Você pode ir para o meu apartamento, ou o de Angela se você quiser – disse, meio constrangido. - Booth, calma você. Foi só um fã querendo me mostrar seu trabalho ele me deixou o primeiro capítulo de um suspense policial, que parece ser bom. Lê nem deve voltar mais aqui – disse ela, tranqüila, entregando os papéis ao Booth. - Bones, se o cara está escrevendo um livro, não vai ser só um capítulo, certo? - Eu não preciso de tanta proteção, eu estou bem – insistiu ela. – Assim que eles terminarem, eu vou fechar o apartamento e dormir, para ir a reunião com o editor que você me fez remarcar. - É só imprimir de novo, Booth. - Eu ainda acho que não é algo tão bobo assim... – disse ele, desistindo.
Duas semanas depois... Cam marca uma reunião com todos na plataforma forense. Eles se perguntaram o porque da reunião. Já que ela não quis dar informações nenhuma a ninguém, nem mesmo a Brennan, que, mesmo que não oficialmente, era a rainha do laboratório. Por isso mesmo, todos ficaram surpresos ao vê-la subir a plataforma com um homem ao seu lado. Ele parecia jovem, com o rosto liso como o de um bebê, alto, cabelos curtos e olhos castanhos claros, que deixaram Angela babando por alguns segundos. - Gente, esse é Mark Donald. Ele trabalha como perito criminal em Yale e agora vai trabalhar conosco. Espero que o aceitem bem e não o façam fugir com hospitalidade – disse olhando diretamente para Hodgins. - Eu achei que deveria ser informada de coisas desse tipo antes – disse Brennan, protestando. - Você está sendo avisada agora – Ela respirou fundo ao ver que as expressões de protesto continuaram – Olhem, isso vai aliviar o nosso trabalho a trazer benefícios a todos. - Eu não acredito que o Sr Donald... – começou Brennan, mas foi interrompida. - Dr Donald, eu soube que isso era importante para alguns de voes – falou Mark, depois de apenas escutar por tempo demais. Deixou a discussão ir longe demais, e não precisava disso. - Ei trabalho com perícia a 5 anos e sou bom nisso. Vejo coisas em cenas de crime que poucos vêem e sou bom em lidar com pessoas. Fui contratado para por um pouco de humanidade nos casos e é o que pretendo fazer. Não vou me meter no seu trabalho ou na dinâmica de vocês. Desde que eu possa processar as cenas, ler os relatórios e participar dos interrogatórios eu estou feliz – disse ele, fiem, deixando todos o olhando, surpresos. - Você sabia... – começou o Sr Nigel–Murray, o que fez cam fechar a cara – que o primeiro caso resolvido pela ciência forense foi o assassinato da Sra Sarah King, morta por seu marido Dr. William Henry King através de envenenamento com arsênio. - Eu sabia, - disse ele olhando de modo interrogativo para os outros – apesar de não achar importante. Quando ele terminou de falar Booth entrou preocupado na plataforma, e depois surpreso ao ver Mark. - Quem é você? – perguntou. - Nosso novo perito, nada importante – disse Brennan, fazendo todos a olharem. – O que houve? - Você disse que não era nada, mas achamos um corpo morto do mesmo jeito descrito no livro – disse, já levando ela para fora – não vai levar o CSI, não? – perguntou ele. - Você vai se acostumar – disse Cam, movendo a cabeça indicando que ele deveria ir.
Booth, Brennan e Donald entraram no galpão abandonado, agora cercado por agentes, e encontraram um corpo semi-decomposto no meio, deitado em cima de um sofá vermelho. - Exatamente igual ao livro – disse ela. - Tomara que esse livro tenha acabado – Booth pensou alto.
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